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22 de fevereiro de 2017, 14:02 - Douglas
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Poliana

Poliana
Eleanor H. Porter

Tenho um prazer especial em conhecer a origem das coisas. Acredito que todos têm, contanto que seja algum assunto do interesse. No meu caso, entre um sem fim de assuntos, a linguagem tem um lugar especial, óbvio.

Por exemplo: você sabe a origem da expressão “Inês é morta”? Ela significa “agora é tarde” e é oriunda da história de Portugal. Conta-se que o príncipe D. Pedro (não o imperador D. Pedro I do Brasil, mas o rei português, lá por volta do séc. XI) tinha uma amante chamada Inês de Castro que foi-lhe afastada pelos cortesãos, preocupados com a moral. Quando, repentinamente, viúvo, o príncipe mandara buscar Inês, em contrapartida, os cortesãos preocupados mandaram matá-la. Logo, o príncipe não obteve êxito em viver com ela, pois era tarde, Inês era morta.
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20 de fevereiro de 2017, 19:38 - Douglas
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A Construção da Personagem

A Construção da Personagem
Constantin Stanislavski

Não tenho preconceitos em relação a nenhum tipo de leitura. Se há demanda, há oferta. Não é raro no meio literário flagrar pseudo-eruditos criticando leitores e escritores pelas categorias que escolheram: novelas melodramáticas, chic-lit (literatura para meninas), teologia, poesia de banheiro, aventuras fantásticas, ficção científica, etc.

Não gostar de algo e dar razões pessoais e concisas é uma coisa. Criticar com escárnio e taxar de ruim, todavia, é nada além de uma cuzisse sem tamanho. Pois cada indivíduo tem sua história de vida, seus gostos e seus segredos e, por consequência, a percepção de arte é multifacetada de maneira tão vasta quanto a capacidade de cada cérebro humano interpretá-la. Respeito ao próximo é a melhor estratégia de sobrevivência.
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13 de fevereiro de 2017, 21:31 - Cristine
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Guerra do velho

Guerra do velho
John Scalzi

De vez em quando nos cai em mãos um livro com uma premissa interessante, muito criativa e, ao mesmo tempo, tão, tão simples que é impossível não se perguntar “Como ninguém tinha pensado nisso antes?”. Guerra do velho é assim. Ao pegar o livro e ler a frase na 4ª capa, nossa primeira reação é: “Uót? Como assim?!”. Mas é isso mesmo. Aos 75 anos, idosos são recrutados pelas FCD (Forças de Defesa Coloniais) – uma espécie de exército interestelar – que os deixa em condições de lutar, tanto para conquistar novos territórios (leia-se “planetas”) como para defender as colônias já existentes.
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7 de fevereiro de 2017, 22:32 - Cristine
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13 motivos para (não) ler Desventuras em Série

Desventuras em Série – vol.1 – Mau começo
Desventuras em Série – vol.2 – A sala dos répteis
Lemony Snicket (Daniel Handler)

Eu sei, o título do post não é dos mais criativos. Há vários outros posts e vídeos no YouTube com o mesmo título. Em contrapartida, é o melhor, o que mais tem a ver com a coleção de livros. Afinal, são 13 livros, cada um com 13 capítulos. Esta lista é baseada na leitura apenas dos dois primeiros volumes. Certamente, ler os demais deve acrescentar muitos outros motivos.
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26 de janeiro de 2017, 20:34 - Douglas
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Jantar Secreto

Jantar secreto
Raphael Montes

Há alguns meses, quando saiu o polêmico resultado da escolha do Nobel de literatura, li em algum recôndito lugar da internet, o seguinte aforismo, atribuído a Victor Camejo (@victorcamejo, no twitter): “Absurdo o Bob Dylan vencer o Nobel de Literatura. Ele não escreve livros! Todo mundo sabe que quem faz isso não são músicos, são youtubers”. Comentário assaz hilário e genial, levando em conta a recente safra de livros oriundos desses astros “internéticos”.

Não posso dizer que eu seja contra. Seria hipocrisia. O que todo escritor quer, assim como eu, é ser lido e vender seus livros. Ter reconhecimento e lucro. Youtubers ou não, por mais controversos que sejam, eles conseguiram alcançar esse patamar. Quanto ao conteúdo do que eles escrevem ser bom… Não sei. Eu não li e não tenho planos de. Mas, honestamente, acredito que há espaço e público para todos. Se há tanta oferta é porque há consumo. E o público, no final das contas, é quem manda.

O que me deixa um pouco frustrado é que, enquanto essas pessoas “famosas”, oriundas de um meio não literário, fazem uso de sua imagem para vender livros, alguns autores de real talento não conseguem florescer diante da agressividade deste mercado.
continua…

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