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22 de fevereiro de 2017, 14:02 - Douglas
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Poliana

Poliana
Eleanor H. Porter

Tenho um prazer especial em conhecer a origem das coisas. Acredito que todos têm, contanto que seja algum assunto do interesse. No meu caso, entre um sem fim de assuntos, a linguagem tem um lugar especial, óbvio.

Por exemplo: você sabe a origem da expressão “Inês é morta”? Ela significa “agora é tarde” e é oriunda da história de Portugal. Conta-se que o príncipe D. Pedro (não o imperador D. Pedro I do Brasil, mas o rei português, lá por volta do séc. XI) tinha uma amante chamada Inês de Castro que foi-lhe afastada pelos cortesãos, preocupados com a moral. Quando, repentinamente, viúvo, o príncipe mandara buscar Inês, em contrapartida, os cortesãos preocupados mandaram matá-la. Logo, o príncipe não obteve êxito em viver com ela, pois era tarde, Inês era morta.
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7 de fevereiro de 2017, 22:32 - Cristine
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13 motivos para (não) ler Desventuras em Série

Desventuras em Série – vol.1 – Mau começo
Desventuras em Série – vol.2 – A sala dos répteis
Lemony Snicket (Daniel Handler)

Eu sei, o título do post não é dos mais criativos. Há vários outros posts e vídeos no YouTube com o mesmo título. Em contrapartida, é o melhor, o que mais tem a ver com a coleção de livros. Afinal, são 13 livros, cada um com 13 capítulos. Esta lista é baseada na leitura apenas dos dois primeiros volumes. Certamente, ler os demais deve acrescentar muitos outros motivos.
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17 de novembro de 2016, 18:11 - Cristine
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Frank Einstein e o motor antimatéria

Frank Einstein e o motor antimatéria
Jon Scieszka

»» resenha publicada originalmente no Vórtex Cultural, em 10/11/2016 ««

O livro, primeiro de uma coleção, conta a história do menino Frank Einstein, um mini-gênio de 10 anos de idade, que usa a garagem do avô para colocar suas ideias e experiências em prática. Frank constroi e tenta dar vida ao Robôgente numa noite de tempestade. O experimento não dá certo, mas tem um efeito colateral inesperado – dois robôs, Klink e Klank – uma dupla bem no estilo Pinky e Cérebro, um muito inteligente e o outro meio tonto e estabanado. Frank e seu amigo Watson querem ganhar o Prêmio de Ciências de Midville. Os robôs os ajudam nessa empreitada e também ajudam a derrotar o arqui-inimigo de Frank, T. Edison, um colega de classe que quer roubar sua invenção.
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25 de maio de 2015, 22:07 - Cristine
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Jack, o estripador em Nova York

Jack, o estripador em Nova York – 1895, um jovem detetive no encalço do serial killer mais famoso da história
Stefan Petrucha

Carver Young sonha ser um detetive, apesar de ter crescido num orfanato, tendo apenas romances policiais e a habilidade de abrir fechaduras para estimulá-lo. Entretanto, ao ser adotado pelo detetive Hawking, da mundialmente famosa Agência Pinkerton, Carver não só tem a chance de encontrar seu pai biológico como também se vê bem no meio de uma investigação de verdade, no encalço do cruel serial killer que está deixando Nova York em pânico total. Mas quando o caso começa a ser desvendado, a situação fica pior do que ele poderia imaginar, e sua relação com o senhor Hawking e com os detetives da Nova Pinkerton entra em risco. À medida que mais corpos aparecem e a investigação ganha contornos inquietantes, Carver precisa decidir: de que lado realmente está? Com diálogos brilhantes, engenhocas retrofuturistas e a participação de Teddy Roosevelt, comissário da polícia de Nova York que viria a ser presidente dos Estados Unidos, Jack, o Estripador em Nova York desafiará tudo o que você pensava saber sobre o assassino mais famoso do mundo. E o deixará sem fôlego!
(fonte: http://grupoautentica.com.br/vestigio/)

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17 de outubro de 2013, 11:40 - Cristine
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Perdão, Leonard Peacock

Perdão, Leonard Peacock
Matthew Quick

“Hoje é o aniversário de Leonard Peacock. Também é o dia em que ele saiu de casa com uma arma na mochila. Porque é hoje que ele vai matar o ex-melhor amigo e depois se suicidar com a P-38 que foi do avô, a pistola do Reich. Talvez no futuro ele conseguisse acreditar que ser diferente é bom, até importante. Mas não hoje.”
(fonte: primeira orelha do livro)

A sinopse chamou a atenção e, talvez erroneamente, achei que iria mergulhar na psique de um psicopata adolescente prestes a surtar. E quando digo mergulhar, entenda-se ser apresentada ao raciocínio tortuoso de um indivíduo que acredita não haver mal algum em usar a violência para resolver seus problemas. Mas não foi o que aconteceu. Sério, eu queria ter gostado mais deste livro. continua…

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Páginas:123»