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14 de maio de 2013, 08:29 - Cristine
Além do livro, Resenhas    2 comentários

“Excellent!” I cried. “Elementary.” said he.

Sherlock (2010)
BBC

(post atualizado – publicado originalmente no printStackTrace(), em 04/09/2011)

sherlock - desenho do douglasAssim como o colega do blog “Beco do crime”, @geniodocrime, também fui apresentada bem cedo a Sherlock Holmes, por volta de meus 12-13 anos de idade. Consumidora voraz de livros antes mesmo de aprender a ler, sempre gostei das chamadas “estórias de mistério”. Divertia-me muito exercitando minha lógica, na época num nível bem aquém do mínimo necessário, brincando de detetive com as aventuras dos livros. Sabendo de meu gosto por esse estilo de literatura, não demorou muito para a dona da livraria que eu frequentava quase semanalmente me indicasse a obra de Conan Doyle. Por sorte, o primeiro que li era realmente o primeiro publicado – Um estudo em vermelho, publicado originalmente pela primeira vez em 1887.
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26 de fevereiro de 2013, 19:33 - Cristine
Além do livro, Listas    sem comentários

Sério?! Tem o livro também?

Há filmes que desde o início da produção – por vezes, até antes – sabe-se que são baseados ou que adaptados de um livro.
Em contrapartida, há outros que muitas pessoas jurariam de pés juntos que o roteiro é original – mas não é.

Aproveitando a onda do Oscar e o fato de que muitos dos indicados tiveram seu roteiro “vindo” de livros, segue uma lista de alguns livros que a maioria das pessoas – eu, inclusive – não sabia que tinham “virado filme”. Aliás, com todos os itens da lista a reação foi a mesma: “Sério?! Tem o livro também?”
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16 de janeiro de 2013, 07:53 - Cristine
Resenhas    sem comentários

O falcão maltês

The maltese falcon
Dashiel Hammett

Cá entre nós, não vejo muito sentido em “comemorar” a data em que fulano-de-tal completaria X anos. E menos sentido ainda em comemorar a data de falecimento. Mas cada um, cada um. Há os que apreciam e eu respeito. Aliás, o tema de hoje veio-me à mente dias atrás ao ler um tuíte comentando sobre o “aniversário da morte” de Dashiell Hammett. Achei que valeria a pena discorrer sobre a obra que serviu de base para um dos clássicos do filme noir: o homônimo The Maltese Falcon. Erroneamente considerado como o primeiro filme dessa estética – o título pertence a Stranger on the Third Floor, dirigido por Boris Ingster -, é uma adaptação bastante fiel do livro. Aos olhos de hoje, o ritmo do filme pode parecer lento demais, mas ainda assim não há como negar que se trata de uma obra-prima do gênero.
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12 de janeiro de 2013, 08:52 - Cristine
Resenhas    sem comentários

Penitenziagite!

Il nome della rosa (O nome da rosa)
Umberto Eco

“Stat rosa pristina nomine, nomina nuda tenemus”
(“A rosa antiga permanece no nome, nada temos além dos nomes”)

(resenha originalmente publicada no Leitor Cabuloso, em 05/01/2013)

Apesar de já ter resenhado alguns livros de Umberto Eco, nunca resenhei meu livro predileto: O nome da rosa. Citei-o várias vezes em outros textos, como meu parâmetro de comparação para as leituras posteriores. Admito que deveria encarar cada livro independentemente, mas é difícil não tecer comparações, já que a leitura do primeiro foi tão marcante. É uma obra excepcional e de todos os outros livros de Eco que li depois esperava atingir o mesmo enlevo causada por ela – o que ocorreu apenas com o mais recente, O cemitério de Praga (post aqui). Diz-se que Eco inaugurou o chamado “suspense erudito” e posso afirmar sem dúvida que foi O nome da rosa que me fez descobrir essa vertente da ficção histórica. A partir de sua leitura, passei a me interessar por estórias que mesclam fatos reais e personagens fictícios. Não há maneira mais prazerosa de se aprender História.
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9 de janeiro de 2013, 08:29 - Cristine
Resenhas    2 comentários

Eu, robô

I, robot
Isaac Asimov

(resenha publicada originalmente no site Leitor Cabuloso, em 02/01/2013)

Enquanto lia o primeiro capítulo de Eu, robô eu tinha apenas um pensamento: “Por que demorei tanto a ler Asimov? Por quê?”. Junto ao pesar de não ter mergulhado antes na sua obra, antes mesmo de terminar a leitura já o tinha incluído na lista dos meus escritores prediletos. Acho que posso afirmar que desde Duna, de Frank Herbert, não me sentia tão imersa no universo de um livro. Como fã de ficção científica, sempre me senti em falta por nunca ter lido uma obra de Asimov. Li apenas textos esparsos e, logicamente, as três leis fundamentais da robótica apresentadas por ele justamente neste livro. São elas:

  1. Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
  2. Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
  3. Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e a Segunda Leis.

MANUAL DE ROBÓTICA 56ª Edição,
2058 A.D.

continua…

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