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20 de janeiro de 2017, 10:04 - Cristine
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Cujo, de Stephen King

Cujo
Stephen King

Este é o primeiro livro de Stephen King que leio. Ou melhor, que leio por completo. Comecei a ler Sob a redoma, no Kindle, mas a leitura está parada há meses – mais adiante comento sobre os possíveis motivos. Havia lido um conto, “Milha 81”, e gostado bastante. Quando surgiu a oportunidade de receber esta edição linda de Cujo, não pensei duas vezes.
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16 de janeiro de 2017, 20:18 - Douglas
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Como se estivéssemos num palimpsesto de putas

Como se estivéssemos num palimpsesto de putas
Elvira Vigna

Esta é uma análise difícil. Um romance, diferentemente das novelas (sabe a diferença? Dê uma olhadinha aqui: Gêneros Literários: a Novela) é uma obra transcendental, cuja subjetividade estética pode estar além de uma única e definitiva análise. Ou seja, em grande parte dos casos, vale mais o que o autor colocou nas entrelinhas do que explicitamente nas linhas.

Mas este não é o único aspecto que torna a crítica desta obra complicada. Outra das idiossincrasias do romance é ele falar sobre o mundo real. Pessoas, sentimentos, contextos reais. Não quer dizer que não seja ficção, mas é uma ficção que reflete, representa e/ou descreve aquilo que é o mundo verdadeiro. E a magia do romance está justamente no prisma pelo qual este mundo real é visto. Seja um personagem esquizofrênico, como Goliadkin, do romance O Duplo de Dostoievski, seja um simplório alegre como Brás Cubas de Memórias Póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis, as interpretações serão sempre distorcidas, de acordo com a psique do personagem. Portanto, noções de ordem e sequência narrativa, tempo, espaço, etc. são sempre subjetivas.
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6 de janeiro de 2017, 16:48 - Cristine
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Meia-noite e vinte

Meia-noite e vinte
Daniel Galera

Em meio a uma onda de calor devastadora e a uma greve de ônibus que paralisa a cidade, três amigos se reencontram em Porto Alegre. No final dos anos 1990, eles haviam incendiado a internet com o Orangotango, um fanzine digital que se tornou cultuado em todo o Brasil. Agora, quase duas décadas depois, a morte do quarto integrante do grupo vai reaproximar Aurora, cientista e pesquisadora vivendo uma pequena guerra acadêmica, Antero, artista de vanguarda convertido em publicitário, e Emiliano, jornalista que tem uma difícil tarefa pela frente.
(fonte: companhiadasletras.com.br)

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29 de dezembro de 2016, 16:36 - Cristine
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O diário de Bridget Jones

O diário de Bridget Jones
Helen Fielding

Acredito ser necessário avisar que conheci o filme antes de saber do livro. Quem me conhece, sabe que não é meu gênero de filme e, certamente por isso, nunca o assisti inteiro. Apenas entrevi algumas cenas ao zapear pelos canais da tv a cabo. E o que vi, não me interessou o bastante para me deixar com vontade de ver tudo. Apesar de apreciar o humor inglês de algumas comédias leves – a exemplo de Four weddings and a funeral ou do natalino Love actually – este simplesmente não me conquistou, mesmo sabendo que era do mesmo roteirista, Richard Curtis. Resolvi dar uma chance ao livro quando a Companhia das Letras lançou esta edição comemorativa dos vinte anos de publicação do primeiro livro. E agora, posso afirmar com conhecimento de causa que, como sempre, o livro é muito superior ao filme.
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27 de dezembro de 2016, 14:01 - Douglas
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A Guerra não Tem Rosto de Mulher

A Guerra não Tem Rosto de Mulher
Svetlana Aleksiévitch

Parafraseando o autor Joachim Fest, um dos renomados biógrafos de Adolf Hitler: não se passa uma semana sem que saia alguma nota num jornal, revista, tevê ou internet citando a Segunda Guerra Mundial. As razões para isso são múltiplas, bem como os prismas pelos quais se observa o fenômeno. Para tentar resumir, eu diria que o trauma da barbárie humana foi tão intenso, tão grande e tão vergonhoso que não conseguimos, não queremos e não podemos esquecê-la. E, nem mesmo, entender exatamente o que aconteceu.

Os pontos de vista variam infinitamente: há quem observe com as lentes da psicologia, do ocultismo, da religião… Mas, uma coisa é fato: são raríssimos, senão praticamente nulos, os documentários, artigos e citações que analisem a Segunda Guerra do ponto de vista das mulheres. Pelo menos até que Svetlana Aleksiévitch tivesse escrito sua obra A guerra não tem rosto de mulher.
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